07 de Janeiro de 2010 - “O Lado Cego”
Acordei na quinta meio que animado com esse lance de assistir um filme por dia como uma regra, uma obrigação. A idéia me fez pirar com outras coisas como: ler pelo menos 1 capítulo de um livro por dia, estudar pelo menos 1 assunto por dia, etc. Isso tudo em meio as outras tarefas realmente obrigatórias do trabalho e da vida pessoal.
Falando em trabalho, foi nesta quinta-feira que ‘in my office’ minhas tarefas do dia seriam executas em dois lugares, escritório e loja. Foi na loja, 2º local de trabalho onde só atuo em ocasiões emergenciais, que durante o almoço, devo frisar, comecei a assistir o filme “O lado Cego”. O resto da tarde acabou passando rápido, tão rápido que eu e meu colega de trabalho nem percebemos a hora passar e quando fomos ver já passavam das 17h. Fechamos a loja e cada um seguiu rumo a sua casa. Antes porém, fui ao centro pra sustentar outro vício e com uma barra de chocolates na mochila segui pra mais uma sessão diária de filme.
O calor absurdo que tem feito neste iniciozinho de ano não me impediu de trancar as janelas escurecer minha toca e colocar “O lado cego” pra rodar no maior clima. O filme começou do início, mesmo já tendo visto metade dele durante o almoço no trabalho fiz questão de assistir novamente. Com um elenco de primeira ‘catigoria’ encabeçado por Sandra Bullock, maravilhosa atriz que voltou com tudo em 2009, e com uma história real, bonita e engraçada.
Agora, escrevendo sobre “O lado cego” é que fui me dar conta que a maioria dos filmes que assisti até agora em 2010 foram produções baseadas em fatos reais. O filme de Bullock é apenas o primeiro que comento aqui, mas após ele teve: “Jean Charles”, “Cruzada” e “Julie e Julia”. Conscidência ou não a maioria também vem de inspiração em livros, coisa que a maioria das produções cinematográficas fazem. “Veronika…”, “Preciosa”, “Clube da Luta” e também este filme vieram de livros. E também por conscidência nenhuma acabam sendo as melhores produções.
Nunca entendi sobre Futebol Americano mas com o filme ficou interessante o jogo amado dos gringos. Entende-se um pouco do jogo quando no inicio do filme Leigh Anne explica algumas regras e nos conta o significado do título da produção. O herói da história, com ótima interpretação do desconhecido ator Quinton Aaron, é o protetor da família que o acolhe e dá a ele um caminho a seguir. Um filme emocionante sem ser dramalhão. Uma história real que mostra que ainda existem pessoas de bom coração no meio do glamour, do dinheiro e do poder.
Ao final conhecemos os personagens da vida real e podemos notar a fidelidade que diretores e atores tiveram da história e da caracterização dos personagens. Muito bom filme.
“O lado Cego” acabou e os seriados me aguardavam, mas na porta do meu quarto meus primos também aguardavam. Para eles era hora de Naruto. Deixei de lado Lost, Entourage e companhia e fui pra um pouco de Anime. Quanto a “uma vida em filmes”, bom, continua no próximo capítulo…
Até +!!
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