28 de Fevereiro de 2010 - “Skinwalkers – Amaldiçoados”

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27 de Fevereiro de 2010 – “O Fim da Escuridão”

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26 de Fevereiro de 2010 - “UP – Altas Aventuras”

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25 de Fevereiro de 2010 - “O Bando”

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24 de Fevereiro de 2010 - “O Segredo de Kells (The Secret of Kells)”

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23 de Fevereiro de 2010 - “Supercross – O Filme”

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22 de Fevereiro de 2010 - “Salve Geral”

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21 de Fevereiro de 2010 - “A Chamada (Echelon Conspiracy)”

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20 de Fevereiro de 2010 - “O Desinformante (The Informant)”

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19 de Fevereiro de 2010 - “Homens que Miravam Cabras (The Men Who Stares At Goats)”

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18 de Fevereiro de 2010 - “Nine”

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17 de Fevereiro de 2010 - “Besouro”

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16 de Fevereiro de 2010 - “Percy Jackson e o Ladrão de Raios

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15 de Fevereiro de 2010 - “Garota Genial (Funny Girl)"

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14 de Fevereiro de 2010 - “Ninja Assassino”

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13 de Fevereiro de 2010 - “O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus”

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12 de Fevereiro de 2010 - “Encurralado (Duel)”

Amanheci na sexta-feira com ressaca da decepção com o filme do dia anterior, o injusto indicado ao Oscar 2010, “Um homem Sério”. Inicie minha caminhada rotineira e cheguei no escritório sabendo que logo, logo iria pra loja. Fiz as tarefas inicias do dia e parti pra lá com meu note na mochila.

Já na loja, pra matar o tempo, preparei um post pra este blog e terminado o tempo voltei ao escritório. A sexta-feira de carnaval prometia festa para os foliões mas animados, o meu carnaval seria totalmente dedicado aos filmes, ou melhor a minha vida em filmes.

Chegou a tarde e com ela a hora de ir pra toca, cheguei e fui direto pra sessão de filme do dia. Preparei pra esse dia uma sessão de um clássico filme de Steven Spielberg. De 1971, o filme pra tv, “Encurralado (Duel)”. Botei “Encurralado” pra rodar e dei inicio a tensão provocada por esse grande suspense.

A vontade de assistir este filme começou quando li “O Clube do Filme” de David Gilmour. Um dos primeiros filmes do grande Spielberg, o filme trata-se de um suspense onde o protagonista nada mais é que o assustador caminhão do título original. A perseguição constante do caminhão ao, até então, pacato motorista interpretado por  Dennis Weaver, envolve aquele que assisti de maneira que passa a torcer pelo personagem como se fosse ele próprio.

Pra época, acredito, deve ter sido um desafio filmar tal produção. Posicionar a câmera de modo a pegar pontos realmente assustadores do veículo e não só o caminhão mas também a estrada é assustadora na visão proporcionada pelo filme.

O ponto forte do filme é justamente o de não mostrar a identidade do motorista do furioso caminhão, mas o caminhão por si só é uma assustadora figura. A aparência enferrujada, a buzina e a fumaça espirrada pelo veículo fazem o resto do trabalho. É difícil explicar a magia por trás de tal produção, o que se pode concluir é que foi dali que nasceu o grande cineasta que é hoje um dos maiores da história de hollywood e fez uma escola no cinema atual em que muitos querem seguir seus passos.

Assim como Gilmour descreve no “Clube do filme”, a grande estrela do filme é mesmo seu criador, Steven Spielberg. Um filme clássico surge na minha semana pré-carnaval pra livrar do trauma anterior criado pelos irmão Coen. Os caras do filme do dia anterior podem ser mestres do cinema original, mas prefiro a falta de originalidade de Spielberg, se esse for o caso. Adorei “Encurralado” e quero muito aprender, quando possível com esse mestre do cinema moderno.

Após a excitação com cada cena da grande estréia de Spielberg, acredite, na tv, desliguei o filme satisfeito com a ótima sessão e esperando que isso se repetisse na noite seguinte em que escolheria mais um indicado ao Oscar pra próxima sessão de “uma vida em filmes”.

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11 de Fevereiro de 2010 - “Um Homem Sério (A Serious Man)”

Quinta-feira em véspera de Carnaval e o trabalho continuava. Enquanto muitos turistas já chegavam na minha cidade e alguns conhecidos já se aprontavam para viajar, eu seguia na rotina de sempre caminhando até o escritório para mais um dia de trabalho.

No trabalho repetia as tarefas de sempre e o quando no relógio marcou 9h parti pra loja, onde fiquei até as 12:30. De volta pro escritório, fui direto pro almoço e enquanto almoçava, assistia ao episódio de Burn Notice, seriado que curto bastante.

A tarde passou rápido e quando dei por mim já estava indo pra casa. Por volta das 20h cheguei na toca, após o banho, fui pra sessão do dia. Começava ali uma desagradável experiência com “Um Homem Sério”, filme dos elogiados irmãos Coen.

O filme foi uma das minhas piores experiências dos últimos tempos e olha que ultimamente elas não tem sido poucas. Uma história lenta  e chata, personagens fracos que tentam parecer engraçados e um final sem pé nem cabeça, se é que se pode chamar aquilo de final. As pessoas, principalmente uns tais críticos de cinema, dizem que os caras fazem filmes inteligentes, originais e tal, só sei que eu prefiro ser burro a dizer que esse filme tem algo de bom, fala sério, realmente decepcionante.

Fiquei assistindo o filme tentando entender porque tal produção concorria ao Oscar, entre eles na categoria melhor filme. Após conferir o filme só tive certeza de que o Oscar não é pelos melhores do cinema, ali tem coisa e não venha me dizer que tem uma interpretação especifica do filme que só pessoas de ‘intelecto avançado’ compreendem que essa balela não convence. Se o tal ‘intelecto avançado’ sugerir pessoas com algum distúrbio mental aí talvez eu aceite, mas pelo amor de Deus, o filme é horrível.

No início do filme eu ainda tinha esperança que fosse sair dali alguma história engraçada, principalmente no momento em que o protagonista descobre sobre o caso de sua mulher com o amigo, mas doce ilusão minha, a história não se desenrola porque os caras acabam matando um dos personagens. Tive paciência e esperei que tudo se resolvesse e quando fui ver o filme tinha acaba, na cena mais sem sentido de todas. Falei comigo mesmo, que porcaria de filme é esse. Quando desliguei já estava exausto e disse que assistiria novamente para dar uma segunda chance ao filme, mas não consegui nem assistir novamente o filme.

As pessoas poderiam pensar que era cisma minha com o filme dos Coen, mas não pois gostei bastante “Queime depois de ler” e “Matadores de Velhinhas”, apenas não conferi, ainda, “Onde os fracos não tem vez”. Acho, concordando com um comentário que li em algum lugar aqui na internet, que os irmãos Joel e Ethan Coen usaram do sucesso dos seus filmes anteriores, sempre originais, e isso é inegável, para fazerem o que bem entendem na tela sabendo que alguns ‘idiotas’ tentando parecer inteligentes diriam que o filme é maravilhoso e achariam alguma explicação absurda, mascarada em intelectualismo, para dizer o quanto o filme tem de especial. Uma coisa eu tenho certeza esse filme não me convence e  daria a ele, lá no ‘Pela Arte’, no máximo 2 estrelas. Acho que elenco e produção tentaram fazer um bom filme, mas o roteiro horrível estragou tudo, não gostei.

Em fim era hora de ir pra cama, larguei-me nela revoltado com tal decepção mas torcendo que fosse diferente no dia seguinte. Aos leitores até o próximo dia de “uma vida em filmes”.

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10 de Fevereiro de 2010 - “Sede de Vingança”

Depois de um dia de aniversário nada agradável até que amanheci muito bem desposto na quarta-feira. A decepção com o filme anterior e com algumas pessoas passou, deixei todos lamentos pra trás e segui com a vida indo para mais um dia de trabalho. Iniciei a minha caminhada rumo ao escritório carregando meu note pois ao fim do dia iria para loja e precisava de uma distração naquele enorme silêncio.

Cheguei no trabalho iniciando os tarefas rotineiras e fazendo algumas atualizações no orkut e twitter. Devo ter postado alguns posts no Pela Arte e o mais importante, baixava o episódio 6x03 da mais nova temporada de minha série favorita. A idéia era acabar o download antes das 15h e até que a internet ajudou muito e já tinha baixado grande parte em casa.

O almoço chegou e voltei pra minha leitura de “A menina que roubava livros”, ou seja, segui a rotina de sempre. Findado o almoço a tarde passou rápido, catei minhas coisas e parti pra loja, saindo dali iria no centro compra coisas pro escritório e da um jeito na cabeleira que já estava crítica. Ainda na loja, com download concluído, assiste “What Kate Does” enquanto esperava a hora passar. Me agradou muito boa parte do episódio e acho que a história está rumando para um ótimo final.

Depois da tensão e das constantes surpresas do episódio comecei a assistir o filme selecionado do dia “Sede de Vingança”. O título brasileiro para o filme “Dolan’s Cadilac” até que combinou com a história do filme mas ainda continua achando brega o título e os produtores do dvd deviam caprichar mais no disco do filme, afinal é mais uma história baseada em obra do mestre Stephen King né.

Assisti o inicio do filme mas deu minha hora e parti pras compras. Depois fui ao barbeiro fazer uma faxina na cabeleira e logo, logo, casa. Cheguei em casa após um bom banho continuei o que tinha começado no serviço. Botei “Sede de Vingança” pra rodar, antes porém, fui dar uma lida na repercussão do episódio 6x03 de Lost. Quase ninguém tinha gostado do que viu e quando twittei meu comentário, vieram vários replys incrédulos. Fui pro filme e deixei o resto dos coments pra depois.

”Sede de vingança” tinha Christian Slater como o personagem do título original do filme, Dolan. Chefe do tráfego de pessoas nos Estados Unidos, o personagem de Slater faz quem assiste ao filme sentir raiva do cara tamanho o envolvimento com a história. No começo achei que a experiência do dia anterior fosse se repetir e o filme fosse ser um saco, principalmente quando vi quem era o protagonista. O mesmo ator do horroroso filme “P2 – Sem Saída”, que vocês vão encontrar por aqui, é o personagem que promove a vingança do título.
Em certos momentos ele fica meio chato mas quando o cara começa a por seu plano em ação o filme chega ao seu clímax e você passa a torcer para que a vingança, bem bolada, dê certo. Adorei ver o jeito como o valentão personagem de Slater se sujeita aos pedidos do cara quando vê que não tem alternativa. Realmente se tornou um ótimo filme e conseguiu me animar novamente. Quando o filme acabou já passavam da meia noite, não tive escolha a não ser desligá-lo e ir pra cama. O dia seguinte era de trabalho dobrado e o cansaço poderia me impedir de fazer um bom trabalho. Então fico por aqui e até o próximo dia de “uma vida em filmes”.

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09 de Fevereiro de 2010 - “Diplomata – Ameaça Internacional”

O dia do meu aniversário começou e terminou sem nada de especial, talvez um momento ou outro de coisa boa, e duas ou 3 ligações que me fizeram ver que ao menos alguém lembra-se e importa-se com a minha existência, sem tirar proveito disso. O filme do dia não poderia ser pior, em fim, um dia que era pra ser somente alegria veio repleto de desapontamento e solidão.

Acordei no horário de costume pois, mesmo sendo meu aniversário, o trabalho me chamava. As primeiras pessoas a esquecerem que dia era estavam ao lado do meu quarto quando levantei. Saí pro trabalho sem dizer nada. Ao chegar no escritório abri o orkut e alguns mensagens fizeram melhorar meu humor, mas não valia tanto já que o orkut ajudou né.

Meu dia só melhorou mesmo quando duas de minhas melhores amigas me ligaram desejando feliz aniversário e quase me fazendo chorar com suas palavras. Meus amores Leandra e Miriam que faço questão de mencionar aqui. Minutos depois minha irmã ligou e minha mãe também se desculpou por esquecido de falar comigo quando saí. Perdoei os esquecimentos e segui com o resto do dia, recebendo mensagens no twitter e no celular.

Tentei levar o resto do dia numa boa mesmo que ele não estivesse 100%, mas uma sensação de fracasso me atingiu. 26 anos e quase nada construído nesta vida, somente sonhos e mais sonhos que parecem cada vez mais distantes. Minha cabeça voltava a se encher de besteiras e eu voltava pro meu momento ‘down’. Fiquei assim até o fim da noite, e a coisa só piorou. Ficava pensando em quando eu iria deixar de ser covarde e botar a cara pra bater, encarar a sociedade, as críticas, e ser quem eu realmente sou. Pensava, pensava e medo me impedia.

Graças a Deus o dia passou rápido e fui logo pra casa e lá chegando reinou a solidão que intensificou meu medo e baixou ainda mais minha coragem. A casa vazia me fazia pensar que assim seria minha vida se tomasse atitude precipitada. Ficar sozinho foi pior, já diz o ditado que cabeça vazia é morada pra besteira, e assim estava a minha. Para tentar aliviar os pensamentos ruins fui me preparar para a sessão de filme do dia, me lembrando que esse foi um dos meus objetivos com tal idéia. Criei o desafio como distração dos problemas e pra ficar cada vez mais próximo daquilo que amo, e este blog serviria-me como um lugar para desabafo e bom papo sobre filme. Aqui falo com sinceridade o que não consigo falar no dia a dia, e acho que será o primeiro lugar onde conseguirei me libertar de tal indecisão assim que estiver preparado.

Deixando um pouco de lado as lamentações e o desabafo, como estava dizendo, fui pro filme da noite.

Botei o dvd de “Diplomata – Ameaça Internacional” pra rodar e esperei que algo acontecesse e pelo menos minha noite acabasse bem. Doce engano, o chato filme só me deu sono. O filme foi tão ruim que não consegui assisti até o final. A história mais do que manjada e muito mal contada não me convenceu desde a primeira e mal feita cena em que uma policial da Scotland Yard morre queimada. O cansaço de um difícil dia de aniversário me abateu e minha paciência com o filme foi nenhuma. Pela primeira vez nesse ano, quebrei a regra e desliguei o filme em sua metade, já rolavam 1:30 de filme e mais 1:30 ainda viriam. Desisti na hora quando olhei o time do filme sabendo que não iria aguentar mais alguns minutos de tortura com a horrível interpretação de Dougray Scott e Cia. Desliguei o filme e fui dormir chateado com o dia como um todo e comigo mesmo por não estar conseguindo levar a vida como eu queria.

Como a minha opinião pode não ser compartilhada por todos e devido ao meu stress momentâneo que pode ter influenciado em minha avaliação da produção, deixo abaixo a sinopse do filme aos que se interessarem. Minha raiva era tão grande que não tive a menor paciência de assistir de novo. Aí está:

“Quando é descoberta uma grande quantidade de droga em um contêiner pertencente ao diplomata britânico Ian Porter (Dougray Scott), ele sofre um atentado contra sua vida. A Scotland Yard começa a investigar o caso e a comandante Julia Hales descobre durante um interrogatório que Porter tornou-se íntimo de Serge Krousov, um poderoso traficante. Com isso, seus superiores acreditam ser essa a oportunidade para acabar com esse barão das drogas de uma vez por todas. Oferecendo imunidade a Porter em troca de seu depoimento contra Krousov, ele e sua ex-mulher Pippa (Claire Forlani) entram para um programa de proteção à testemunha. Porém um novo atentado contra a vida de Porter revela que na verdade ele é um espião infiltrado do serviço secreto britânico para expor os contatos terroristas do traficante. Com o desaparecimento de um míssil nuclear pertencente à antiga União Soviética, começa uma corrida contra o tempo para encobrir o envolvimento de Porter na missão e impedir um desastre mundial.” (fonte – YouTube)

Esse post deprimente e frustrante termina aqui esperando um dia melhor e um melhor filme também na próxima página de “uma vida em filmes”.

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