28 de Janeiro de 2010 - “Arn – O Cavaleiro Templário”
Mais um dia rumo ao trabalho e mais corre-corre para deixar tudo em dia para o final do mês que se aproxima mais rápido do que se espera. Quinta-feira. 28º dia do ano e ainda com muitas coisas por fazer.
Cheguei no escritório e comecei logo com a atualização das planilhas e outros documentos enquanto preparava mais posts para o Uma vida em filmes. No intervalo do almoço li mais alguns capítulos de “A Menina que roubava livros”, tirei um rápido cochilo e voltei pra terminar com os afazeres no resto da tarde. Consegui concluir grande parte do trabalho e deixei pra terminar em casa os posts dos blog.
O fim da tarde chegou, liguei o mp3 e fui pra casa caminhando e ouvindo músicas da Legião Urbana, Evanescence e Incubus. Ia pela rua cantando e sentindo que todo mundo estava me olhando e me achando maluco por estar andando, cantando e até dançando sozinho. Pois é, estava tão ligado na trilha sonora que rolava que nem liguei pro ridículo.
Cheguei em casa por volta das 18h e enquanto rolava uns vídeo clipes no meu desktop terminava meus posts no notebook. Não tardou e meu primo apareceu querendo assistir mais Naruto, falei que dessa vez não teria mas ainda assim continuou insistindo. Entre os clipes rolou a música da minha vida ‘Gotta be Somebody’ do Nickelback. A frase final do refrão da música diz tudo e é a esperança de minha vida:
“There's gotta be somebody for me out there.”
Passado o momento #mimimi da música fui pra minha watch list de série e após assistir Entourage, deixei meus primos com Naruto enquanto ia tomar meu banho e preparar o filme da noite. De volta do banho, botei pra rodar o épico “Arn – O cavaleiro templário” e parei pra ver o filme de mesma temática de “Cruzada”.
Apesar de uma história com pano de fundo idênticos, as cruzadas em Jerusalém, o filme não se compara ao de Scott principalmente por não ter o orçamento milionário de “Cruzada”, mas “Arn” se mostra um bom filme e me agrada com seu jeito modesto de fazer épico.
Era inevitável as comparações deste filme com outros filmes de mesma temática e “Cruzada” era o que estava mais fresco em minha mente, mas outro épico passou por minha cabeça enquanto assistia “Arn – O cavaleiro templário”, tratava-se de “Tristão e Isolda”. Em algumas cenas do filme e o núcleo do romance de Arn e Cecília me lembrou bastante a paixão proibida do casal do meu 2º filme do ano. Sim, eu sei que a história de ambos não tem semelhança quase nenhuma, mas identifiquei semelhança na interpretação dos atores protagonistas de ambos os filmes.
Voltando pra “Cruzada” assim como no filme de Scott, aqui também vemos o encontro do protagonista da história com seus inimigos e a mesma história do comandante de batalhão que marcha pro deserto com seus soltados, mesmo com todos lhe dizendo que é suicídio ir em tal situação, ou seja, sem água. Em “Cruzada” é Balian o herói que luta pra defender o rei e Jerusalém dos paladinos, aqui Arn é um estudante do mosteiro na futura Suécia que é condenado a tornar-se cavaleiro templário após ser excomungado injustamente. Nesse pequeno ponto está a maior diferença entre os roteiros o que faz com que ambos sejam boas pedidas pra quem curte o gênero épico.
“Arn – O Cavaleiro Templário” vai chegando ao fim e mesmo sem um grande elenco, grandes efeitos especiais e grandes cenas fica pra mim como um filme a mais em meus títulos do ano, sem nada de muito especial. Desligo por aqui e até o próximo dia de “uma vida em filmes”.
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