26 de Janeiro de 2010 - “P2 – Sem Saída”

Amanheci nesta terça-feira com tanta dor de dente que pulei da cama as 5h da manhã. Como não iria conseguir voltar a dormir, mesmo cheio de sono, aproveitei pra me adiantar rumo ao trabalho. Fiz minhas obrigações matutinas, dei uma conferida nos meus downloads que haviam virado a noite baixando, tomei café e parti pro escritório.

Fui pro trabalho me lembrando do filme da noite anterior que me trouxe nova motivação pra enfrentar os concursos que irei fazer. Ver a determinação do garoto Ralph Walker em “Em busca de um milagre” me fez acreditar que minhas chances não são tão poucas quanto eu imagino e que eu só precisava de dedicação. Com esse pensamento já cheguei em minha mesa em busca de material para iniciar os estudos para prova da Petrobrás, até que outro concurso me atraiu. De um tweet da minha universidade veio o anúncio de abertas as inscrições do concurso do IBRAM. Me inscrevi e agora tenho muito mais coisa pra estudar. Espero conseguir levar a faculdade, o trabalho, os concursos e minha vida de filmes muito bem, e ainda tenho que ter tempo para o @pelaarte, pois não posso abandona-lo.

No trabalho tudo correu normal, só meu almoço que atrasou um pouco e durante ele fiz mais uma leitura da revista info. Li uma matéria sobre os freelas da web e lembrei de meus amigos pois não me vejo em tal função. A tarde passou rápido e antes que eu percebesse já era fim do meu expediente.

Parti pra casa bastante cansado por ter levantado mais cedo que de costume mas, como sempre, em casa a bagunça de sempre me impediria de tirar aquela soneca. Como diz o ditado: “Se não pode com ela, junte-se a ela”. Botei uns clipes pra rodar no último volume e fui selecionar novas músicas pra play list do meu celular. Esqueci o sono e o cansaço e quando dei por mim já eram 9h da noite e meu primo mais uma vez querendo o ver o Naruto do dia. Deixei ele assistindo enquanto fui tomar banho e me preparar para minha sessão de filme da noite. Jantei e botei “P2 – Sem Saída” pra rodar e a tortura começou.

Começou o filme, tentando, sem felicidade assustar logo no seu comecinho. Acho que já escrevi por aqui ou no @pelaarte que em tudo que assisto procuro tirar algo relevante pra vida e neste ruim filme também consigo fazer isso. Com “P2” aprendi o que não fazer em um filme e o que não fazer na situação da ‘BURRA’ personagem principal.

Talvez alguns discordem de mim e podem ter achado o filme muito bom mas eu digo que não me agradou nem um pouco. Um show de interpretação ruim, uma trama fraca, um roteiro péssimo, cenas mal feitas e muito chato. Certa altura o filme fez meu cansaço e sono voltarem e quase que me deu vontade de desligar antes do fim, mas não podia quebrar meu próprio desafio. Pra dar algum crédito ao filme até que em certos momentos o filme despertou minha atenção, mas foi tão rápido que nem vale a pena. No final, depois muitas cenas previsíveis neste tipo de filme, finalmente a mocinha mata o bandido e vai embora marcada pela sua aterrorizante noite de natal. O filme acabou, desliguei o PC e fui pra cama que me aguardava ansiosamente.

E até a próxima sessão menos decepcionante, eu espero, de “uma vida em filmes”.

 

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