23 de Janeiro de 2010 – “24 Horas – A Redenção”
Sábado rotineiro com trabalho pela manhã e descanso na parte da tarde e, mais uma vez, nenhum programa para o sábado à noite a não ser mais um filme para minha lista do ano. Segui cedo pro escritório e comecei com as tarefas de sempre. No finalzinho da manhã o rapaz da loja chegou para concluirmos com os serviços da semana.
Tudo certo no trabalho segui pra casa pois estava faminto e já estava quase passando da hora do almoço. Já em casa, depois de um confortável banho finalmente fui pro almoço e enquanto isso assistia com meus primos mais alguns episódios de Naruto, antecipando e me livrando logo da chatice deles azucrinando mais tarde.
Após o almoço fui tirar um cochilo e quando acordei já era noite e portanto hora de mais uma sessão de “uma vida em filmes”. Poucos filmes pra assistir resolvi ver “Rogue – O Assassino”, mas quando botei o filme pra rodar a droga do áudio original não funcionava, ou seja, só dava pra ver dublado. Como não estava com pique para filme dublado tratei de trocar. Botei pra rodar então o filme especial do seriado 24 horas, “24 horas – A Redenção”.
Nunca tendo assistido ao seriado fui conhecer o famoso personagem Jack Bauer somente com esse filme e talvez a experiência tenha sido boa justamente por isso. “24 horas – A Redenção” começava me apresentando o cara que é O Cara e a forma de apresentação da série com seu relógio cronometrando os acontecimentos. Na história do filme, Jack Bauer está em missão num país africano onde as crianças do lugar são forçadas a virarem guerrilheiros e lutarem no golpe para tomada do poder pelo General Juma. Mas o trabalho de Jack no país não tem nada haver com a história até o momento em que a escola, onde seu amigo presta serviços em favor do povo, vira alvo dos guerrilheiros, neste momento, Jack Bauer entra em ação e mostra o porque do sucesso desse personagem em 8 temporadas da maior série de ação de muito tempo.
Se assistir ao filme me deu vontade de ver a série, ainda não digo pois, por melhor que tenha sido a experiência, seriados de pura ação não são meu tipo preferido de programa, mas algo no personagem despertou algum desejo de ver mais dele em ação. Talvez ao fim da série, pegue todos os episódios desde a primeira temporada e prepare uma maratona de 24 horas, mas no momento, no quesito séries, minha dedicação será a Lost, minha séria favorita que também se despede esse ano.“24 horas – A Redenção” não se sai somente como uma extensão da série de tv, se transforma em um bom filme e torna desnecessária conhecer a história de Bauer para compreender o que se passa. Acho que o filme serve ao propósito de atrair mais público pra série e é muito feliz com isso, e digo, se manter a qualidade técnica do filme acredito que gostarei bastante da série. “24 horas – A redenção” entrou inesperadamente em minha lista de filmes do ano e saiu como uma ótima experiência.
Já era tarde quando o filme acabou e não sobrou mais nada na noite a não ser o sono aconchegante da minha cama. Então fico por aqui em mais um dia de “uma vida em filmes”. Até a próxima!
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