08 de Fevereiro de 2010 - “Guerra ao Terror”
Depois do dia de “Fama”, começava o dia de “Guerra”. A batalha começava comigo acordando às 6:30 e iniciando a caminhada até o local de combate (ops. trabalho). Cheguei na trincheira e preparei armas para iniciar os trabalhos. O armamento era: caneta, folhas de oficio, planilhas, documentos, blocos de notas, pen drives e telefone. A batalha diária duraria 12h com alguns deslocamentos aqui e ali e pouco tempo pra descanso. (risos)
Começo esse post desta forma para sugerir o filme que dá titulo a esse post e que foi a atração de mais um dia da minha vida em filmes. Cheguei pro trabalho as 8h sabendo que na parte da tarde me deslocaria para loja e que o trabalho se estenderia por mais duas horas, ou seja por volta de 8:00p.m. estaria de volta ao lar. O dia seria longo!
A batalha deste dia não tinha inimigos, a não ser a preguiça e o cansaço comum da segunda-feira. O alívio, que me dava ânimo, era o filme que veria ao fim do dia, mesmo que eu tivesse que esperar mais de 12 horas para assisti-lo, ainda assim valia a pena. Com a manhã chegando ao fim, fui pro almoço acompanhado do meu já inseparável amigo de almoço, o livro “A menina que roubava livros”. Acompanhava as aventuras de Liesel enquanto saboreava a refeição feita com carinho pela minha mãe. A tarde chegou, arrumei minhas coisas e, às 15h, parti pra loja.
Cheguei na loja e fui pro laptop adiantar algumas planilhas da semana e preparar posts para os blogs que vocês já conhecem. Escrevendo os posts e assistindo algumas séries na tentativa de fazer o tempo passar mais rápido, deu 17:30 e minha hora de voltar ao escritório chegou. Fui pra lá na intenção de concluir os afazeres e ir pra casa às 19h, uma coisa levou a outra e fui pra casa por volta de 20h. A batalha de trabalho diário dava um tempo enquanto me preparava para a batalha da ficção que arrematou 9 indicações ao Oscar mas, que os ‘burros’ distribuidores brasileiros deixaram ir direto pra locadoras brazucas.
Botei “Guerra ao Terror” pra rodar e comecei a procurar os motivos de tantas indicações e premiações, e digo, não foram poucos. O excelente filme de Kathryn Bigelow começava com a seguinte mensagem:
“The rush of battle is often a potent and lethal addiction, for war is a drug. war is a drug.” Chris Hedges
“O calor da batalha é frequentemente um vício potente e letal, pois a guerra é uma droga.”
O filme acabou me deixando nessa dúvida, adorei “Avatar”, mas será que a academia vai repetir o que fizeram os votantes do Globo de Ouro. É esperar pra ver. Fico por aqui em mais um dia de “uma vida em filmes”. Até o próximo dia e a próxima sessão. Fui!!
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