24 de Janeiro de 2010 - “Entre Irmãos”

Mais um domingo de descanso começa comigo acordando como de costume por volta de 10h da manhã. Um domingo de fazer preguiça em que passei quase o dia todo na cama enquanto meus sobrinhos assistiam Naruto no meu PC.

Na hora do almoço o restante da família chegou, irmãos, sobrinhos e primos agora enchiam a casa para mais um dia de domingo. Almoçava e enquanto isso botava alguns vídeo clipes pra rodar. Um pouco mais tarde assisti mais alguns seriados e parei um tempo com os vídeos e fui pra fora para uma leitura de “A menina que roubava livros”.

Por volta das 18h voltei pra toca para preparar alguns posts pra esse blog e pra assistir ao filme do dia. Com os posts terminados botei pra rodar “Entre Irmãos” e me acomodei para apreciar um grande filme.

Na primeira vez que vi o pôster de divulgação do filme no Brasil achei que o título se referia a incesto ‘entre irmãos’ e me intrigou muito ter no elenco tais atores, quando finalmente assisti ao trailer e vi o nome original do filme entendi do que se tratava o filme. Alguns dias depois descobri que Tobey Maguire estava sendo indicado como Melhor ator dramático ao Globo de Ouro por este filme, ao saber disso disse a mim mesmo que tinha que ver esse filme.

Admirar um trio de jovens atores dando um show de interpretação é muito bom e depois de um tempo vendo filmes meia boca, melhor ainda. O trio é composto por Jake Gyllenhaal, Natalie Portman e Tobey Maguire, com o último numa interpretação de tirar um fôlego. Na história Maguire e Gyllenhaal são os irmãos do título que vivem caminhos opostos mas que se amam e cuidam um do outro mesmo com personalidades tão diferentes. Enquanto Maguire vive o certinho da família e segue o caminho do pai a serviço do exercito americano, Gyllenhaal é a ovelha negra da família, o filho rebelde que vive em constante confusão e no inicio do filme acaba de sair da cadeia. Em meio aos dois esta Portman, a esposa e mãe dos filhos do personagem de Maguire que começa a se envolver com o irmão do marido quando acham que ele morreu.

A guerra é o pivô do desenrolar da história e o que faz chegar o filme ao clímax. A noticia da morte do irmão, filho e marido abala a família e uma nova fase começa para o personagem de Gyllenhaal. Enquanto isso, o outro irmão encontra-se vivo e sofrendo o trauma das torturas e sacrifícios do cativeiro de guerra para continuar vivo e voltar para a família. Ainda na guerra, surge a cena que acredito deu a indicação do Globo de ouro a Maguire, com fúria e dor e dá o golpe que salva sua vida mas priva a do amigo. Na volta para casa o espetáculo de interpretação de Maguire recomeça e é na cena de surto na cozinha que temos certeza do porque é considerado um dos melhores atores de sua geração. Maguire simplesmente arrebenta, é claro que Jake Gyllenhaal e Natalie Portman não ficam pra traz e além deles a pequena atriz no papel da filha mais velha do casal também arrebenta, mas a estrela maior da produção é mesmo o eterno ‘Homem Aranha’. É ele o melhor do filme.

Estava mesmo precisando de um filme com fortes interpretações como esse, depois de tantos filmes meia boca valeu muito a pena assisti-lo. Espero que outros filmes como esse estejam em minha lista e espero que logo pois boas produções sempre são bem vindas. Até a próxima parada em mais um dia de “uma vida em filmes”.

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