14 de Janeiro de 2010 - “Pandorum”
Chega mais uma quinta-feira e parece que o ano já está passando rápido. Quase 15 dias de 2010 e eu indo para o 14 filme do ano. Levantei as 7h e comecei a caminhar rumo a mais um dia de trabalho.
No trabalho o corre e corre de vai pra loja e volta pra fábrica continuou. Lembrei-me do concurso da Petrobras e ao ler o edital me deparei com apenas uma vaga ao cargo que pretendo concorrer, ainda assim resolvi arriscar e fiz minha inscrição sabendo que se não passar pelo menos servirá como um teste para a próxima tentativa. O movimento na loja não era grande coisa e logo a pessoa a quem eu substituía chegou. Voltei pra fábrica e continuei meu trabalho lá até chegar o fim da tarde e ir para casa.
Já em casa surgiu uma vontade repentina de ver antigos videoclipes. Enchi o pc deles e dançava e cantarolava enquanto dava um jeito na toca. Rolava Guns’n Roses, Red Hot, U2, Oasis, Radiohead, ColdPlay e Nirvana, só rock’n roll da melhor qualidade. Um pouco mais tarde, por volta de 20h coloquei pra rodar o filme da noite, “Pandorum”.
Estava com esse filme a um tempo e com um certo receio de assistir e acha-lo uma merda. Felizmente o filme me surpreendeu com uma produção muito bem feita e uma ótima história de ficção científica. No elenco do filme Dannis Quaid e Ben Foster vivem dois tripulantes de uma nave sem conhecimento imediato de sua missão devido a amnésia causada pela criogenia. As memórias de ambos começam a vir ao poucos, em pedaços que vão se juntando enquanto eles vão explorando a enorme nave indo de encontro a seus estranhos habitantes. “Pandorum” continuava com sua tensão e cenas de ação enquanto eu comecei a pensar nesse ator, Ben Foster. Não tinha muito conhecimento do trabalho do cara, achava ele apenas parecido com outros atores até que o vi em “Os Indomáveis” e depois aqui em “Pandorum”. Fui em uma cena do filme que assisti no 12º filme do ano que me lembrei de ter visto Ben Foster no divertido seriado cancelado injustamente “My name is Earl”. Com “Pandorum” prestei mais atenção no trabalho do cara e gostei do que vi, agora que posso liga-lo a alguns bons filmes poderei dar crédito aos próximos que virão quando ele estiver no elenco.
Claro que “Pandorum” também tinha o sempre eficiente Dannis Quaid e seu personagem perturbado pela viagem espacial. A cena mais bacana do filme é vivida por ele quando seu pensamento se confunde com a realidade e ele passa a confrontar a si mesmo, só que um pouco mais jovem. Desculpem pelo spoiler, mas precisei dizer pra poder expressar minha opinião sobre o filme, pois foi justamente neste momento que comecei a me mexer onde estava e comecei a entrar no clima do filme. “Pandorum” chegou ao fim comigo aplaudindo mas pela grande surpresa de ter gostado muito do filme do que por ser um grande filme.
Desliguei “Pandorum” pois meu sobrinho e meu primo estavam me aporrinhando o juízo por mais Naruto. Coloquei apenas 1 episódio do desenho e encerrei a noite assistindo a volta do seriado Chuck.
Então até a próxima sessão de “uma vida em filmes”.
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